O cenário político para as eleições presidenciais de 2026 teve definições nos últimos dias, com convenções partidárias que oficializaram candidaturas ao Palácio do Planalto e consolidaram apoios à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. No PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi oficializado como candidato à Presidência, e o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, como candidato a vice-presidente.
Já o PL confirmou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, ainda sem definição do nome para vice. O partido Missão antecipou sua convenção nacional para esta segunda-feira (20) e oficializou Renan Santos como candidato.
A Unidade Popular (UP) formalizou a candidatura da dentista Samara Martins à Presidência, tendo como vice a guarda portuária sindicalista Raquel Bricio. Até o momento, Samara é a única mulher cabeça de chapa na disputa.
Entre os partidos que apoiam a reeleição de Lula, o PSB já havia oficializado Geraldo Alckmin para compor novamente a chapa como candidato a vice-presidente. O PV realizou convenção e chancelou oficialmente o apoio à reeleição, reforçando a coligação governista.
O PDT também decidiu apoiar Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial deste ano, com decisão oficializada em convenção nacional. PSTU e PRTB mantiveram posições independentes: o PSTU oficializou o professor maranhense Hertz Dias, e o PRTB lançou seu presidente nacional, Leonardo Avalanche, ainda sem vice definido.
O Novo lançou o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, também sem anúncio de vice. O MDB optou por não lançar candidato próprio à Presidência em 2026, direcionando recursos às eleições proporcionais e a governos estaduais, enquanto o PP não realizou convenção nacional; a decisão da direção nacional foi divulgada na última sexta-feira (31).




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